| Mais de duas mil pessoas ganham a vida em 460 bancas e 204 boxes |
Quem passa pelo Mercado Municipal de Campos pode perceber a movimentação diária de pessoas que utilizam o espaço para o próprio sustento. Mas quem adentra neste patrimônio histórico, existente há 90 anos, se deixa contagiar por curiosidades e boas histórias. O local revela em si a identidade cultural da região, por meio dos produtos da culinária, artesanato, ou artigos religiosos, que se adaptaram ao mercado ao longo desses anos.
Segundo o diretor do Mercado Municipal Sidiney Pereira Garcez cerca de 5 mil pessoas circulam diariamente, entre fregueses, visitantes e funcionários, pelas 460 bancas e 204 boxes internos e externos da feira.
Cerca de 2.200 pessoas trabalham nos diversos setores que comercializam alguns produtos difíceis de serem encontrados em supermercados, como animais para abate, produtos artesanais, artigos de umbanda, cela, couro, chapéu, ervas medicinais e sementes variadas, além das cerca de 70 toneladas mensais de peixe fresco que chegam nas primeiras horas da madrugada e que são comercializados de segunda a segunda.
É difícil pensar no que não se pode encontrar no mercado. Com tamanha demanda e variedade de produtos, o feirante precisa encontrar artifícios para “vender o seu peixe” e conquistar a freguesia. Para o vendedor de hortaliças Carlos Alberto Mendes, de 47 anos, conhecido como “Bijuca”, o diferencial está nos laços de amizade formados com os colegas e clientes fies, que acompanharam as gerações de família que por ali passou.
Segundo o diretor do Mercado Municipal Sidiney Pereira Garcez cerca de 5 mil pessoas circulam diariamente, entre fregueses, visitantes e funcionários, pelas 460 bancas e 204 boxes internos e externos da feira.
Cerca de 2.200 pessoas trabalham nos diversos setores que comercializam alguns produtos difíceis de serem encontrados em supermercados, como animais para abate, produtos artesanais, artigos de umbanda, cela, couro, chapéu, ervas medicinais e sementes variadas, além das cerca de 70 toneladas mensais de peixe fresco que chegam nas primeiras horas da madrugada e que são comercializados de segunda a segunda.
É difícil pensar no que não se pode encontrar no mercado. Com tamanha demanda e variedade de produtos, o feirante precisa encontrar artifícios para “vender o seu peixe” e conquistar a freguesia. Para o vendedor de hortaliças Carlos Alberto Mendes, de 47 anos, conhecido como “Bijuca”, o diferencial está nos laços de amizade formados com os colegas e clientes fies, que acompanharam as gerações de família que por ali passou.